A discalculia é um distúrbio que afeta a s crianças na esfera matemática.
Há evidências que a Discalculia é um transtorno que pode estar associado a lesões no lobo parietal inferior e no lobo temporal.
Especialistas apontam que ela é causada principalmente por anoxia de parto.
A criança portadora deste transtorno exibe em seu comportamento as seguintes características:
• Parece não reconhecer números, nem diferenciá-los.
• Confunde-se, achando que todos os números são semelhantes.
• Não consegue dizer quantos anos tem, nem mesmo mostrando nos dedos
• Não consegue contar em sequência lógica
• Não realiza cálculos básicos, nem com auxílio de objetos concretos
• Não distingue símbolos matemáticos
• Possui dificuldade em escrever os números
• Seu comportamento nas aulas de matemática é de nervosismo e ansiedade.
• Não visualiza conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
• Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas.
• Seqüenciar números: o que vem antes do 11 e depois do 15 – antecessor e sucessor.
• Dificuldade na Classificação de números, assim como contar através dos cardinais e ordinais.
• Déficit na compreensão dos sinais +, - , ÷, × e montar operações
. Não compreende os princípios de medida.
• Não lembra as seqüências dos passos para realizar as operações matemáticas.
• Dificuldade em estabelecer correspondência um a um: não relaciona o número de alunos de uma sala à quantidade de carteiras.
Em síntese, as dificuldades da capacidade matemática apresentadas pelo indivíduo trazem prejuízos significativos em tarefas da vida diária que exigem tal habilidade.
A autoestima da criança vai deteriorando-se e uma ajuda profissional pode ser muito relevante para o caso, assim como intervenção da escola e professores com atividades de estimulo e diferenciadas para acolher suas dificuldades.
Poemia é a palavra do original grego, que significa: "Obra Prima de Deus". Este espaço é reservado para postagem de artigos da minha autoria relacionados a Psicologia,Psicopedagogia e Teologia.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Série: Distúrbios do Desenvolvimento: DISGRAFIA
A Disgrafia é uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo-motores.
É isso mesmo...A popular “letra feia”.
Suas manifestações:
. Traços pouco precisos e incontrolados;
. Traços demasiado fortes que marcam profundamente o papel; (Meu pai colocava um papelão, para eu não rasgar a folha do caderno...Rssss)
. Grafismos não diferenciados nem na forma nem no tamanho; (Lembrar hieróglifos egípcios)
. Escrita desorganizada e irregular;
. Escrita muito rápida ou muito lenta;
. Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial
Existem vários tipos de disgráficos:
Rígidos - Escrita muito inclinada e crispada.
Relaxados - Letras mal formadas, linhas e margens mal organizadas.
Impulsivos - com o traçado sem controle, apressado e confuso, escrita muito irregular e instável. (Muda o tempo todo)
Os lentos – a página é organizada e a escrita é regular, porémo ritmo da escrita é lenta.
A Disgrafia não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
Para ajudar os alunos com Disgrafia não adianta os famosos recadinhos no caderno :"Deve melhorar a letra!”
E os papais com as famosas censuras: “Menino, que garrancho!!!!!”
Como ajudar?
Evitar repreensões. Afinal de contas, quem gosta de ter letra feia?
Reforçar a criança de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Os professores nas avaliações escritas, podem dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Os pais devem evitar o máximo possível, obrigar seus filhos a refazerem as atividades, ou realizar cópias, que pedagogicamente, não produzem resultados eficazes.
Conscientizar a criança do seu problema e ajudá-lo de forma positiva.
Como a criança pode melhorar?
Realizar exercícios de destreza manual
Fazer traçados
Utilizar recursos artísticos e estimular a criatividade para melhoria da coordenação motora
É isso mesmo...A popular “letra feia”.
Suas manifestações:
. Traços pouco precisos e incontrolados;
. Traços demasiado fortes que marcam profundamente o papel; (Meu pai colocava um papelão, para eu não rasgar a folha do caderno...Rssss)
. Grafismos não diferenciados nem na forma nem no tamanho; (Lembrar hieróglifos egípcios)
. Escrita desorganizada e irregular;
. Escrita muito rápida ou muito lenta;
. Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial
Existem vários tipos de disgráficos:
Rígidos - Escrita muito inclinada e crispada.
Relaxados - Letras mal formadas, linhas e margens mal organizadas.
Impulsivos - com o traçado sem controle, apressado e confuso, escrita muito irregular e instável. (Muda o tempo todo)
Os lentos – a página é organizada e a escrita é regular, porémo ritmo da escrita é lenta.
A Disgrafia não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
Para ajudar os alunos com Disgrafia não adianta os famosos recadinhos no caderno :"Deve melhorar a letra!”
E os papais com as famosas censuras: “Menino, que garrancho!!!!!”
Como ajudar?
Evitar repreensões. Afinal de contas, quem gosta de ter letra feia?
Reforçar a criança de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Os professores nas avaliações escritas, podem dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Os pais devem evitar o máximo possível, obrigar seus filhos a refazerem as atividades, ou realizar cópias, que pedagogicamente, não produzem resultados eficazes.
Conscientizar a criança do seu problema e ajudá-lo de forma positiva.
Como a criança pode melhorar?
Realizar exercícios de destreza manual
Fazer traçados
Utilizar recursos artísticos e estimular a criatividade para melhoria da coordenação motora
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
SÉRIE: Distúrbios de Aprendizagem e Desenvolvimento - TDAH
É a sigla para transtorno déficit de atenção e hiperatividade.
Causa: Origem congênita, ou seja, a criança nasce com o transtorno.
Os cientistas e pesquisadores até os dias atuais, não chegaram acerca de um denominador comum, que explique o que faz uma criança nascer portadora do TDAH. Contudo, a maioria ressalta que talvez a mudança do padrão de comportamento feminino e a jornada exaustiva de muitas mulheres, que necessitam exercer múltiplos papéis e a agitação oriunda destas tarefas, podem ser fatores que determinariam o transtorno na criança. Contudo, 99% das crianças TDAH, são frutos de parto cesariana.
Desde a mais tenra idade, os pais observam que a criança possui características muito marcantes:
. Sono Agitado
. A criança está sempre a “mil por hora”
. São impulsivas
. Falam sem parar, (principalmente as meninas) e interrompem “involuntariamente” a fala do outro
. Não conseguem concentrar-se em atividades, principalmente escolares
. Dificuldade em focalizar a atenção. Quer prestar atenção em tudo ao mesmo tempo
. Não conseguem concluir tarefas.
. Falam sem pensar (O freio inibitório não funciona adequadamente)
. Não consegue se manter muito tempo em uma mesma brincadeira
. Muita agitação motora
. Dificuldade em estabelecer seus próprios limites
. Dificuldade em lidar com espaço
. São MUITO INTELIGENTES.
Diagnóstico: Um trabalho sério, necessita contar com a participação de uma equipe multiprofissional que irá verificar se:
. A criança se comporta desta maneira em pelo menos três ambientes diferentes
. Se apresenta pelo menos 6 características descritas acima desde a mais tenra idade
. De acordo com o levantamento dos antecedentes da criança, se o repertório do comportamento não está associado a alguma doença ou patologia presente na criança
. O diagnóstico leva em consideração à escuta de no mínimo três profissionais:
. Médico (Neuropediatra), Psicólogo e Professor.
. A família precisa ser bastante ouvida para confirmar a hipótese de TDAH.
Seu filho é TDAH, e agora?
Não entre em pânico! TDAH não é uma doença, mas um transtorno que confere ao cérebro um funcionamento diferente.
Dois neurotransmissores: Dopamina e Noradrenalina quando não executam sua função adequadamente, tornam á área perceptual do individuo, responsável pela atenção, atuar de uma forma mais lenta, conferindo ao seu portador bastante agitação e falta de atenção.
Muitas vezes a criança pode ser portadora de transtorno com déficit de atenção, ou combinada com hiperatividade.
Os DA´s, como são mais conhecidos, são crianças que tem maior dificuldade de atenção e concentração e na sua grande maioria apresentarão dificuldades escolares, se não receberem acompanhamento adequado.
Muitos indivíduos passam anos a fio com dificuldades escolares e principalmente na esfera dos relacionamentos, porque não foram diagnosticadas adequadamente.
O diagnóstico é mais efetivamente concluído, quando a criança atinge 6 anos de idade, ou seja, está na escola, inserida no mundo dos relacionamentos e da aprendizagem mais formal.
Portanto:
. Busque bons profissionais para efetivarem um diagnóstico cauteloso.
. O médico é o único profissional habilitado para sugerir o uso de medicamento ou não. A droga mais conhecida do mercado é o metilfenidato: Ritalina. É uma substância que possui efeito apenas algumas horas, utilizada pelos pais principalmente no horário que a criança está nas aulas. Já existe o CONCERTA, que nada mais é que a mesma substância com efeitos para o dia todo.
A droga não causa dependência, mas precisa ser muito bem acompanhada pelos médicos, pois apresenta efeitos colaterais importantes.
. O psicólogo infantil auxiliará muito a criança, principalmente a reconhecer sua agitação, distração, recuperar a autoestima e estabelecer seus limites e do outro.
. O psicopedagogo poderá auxiliar no direcionamento de uma conduta que promova uma melhor aprendizagem na escola.
. Os pais necessitam ser firmes e exercer bastante autoridade. Estabelecendo regras, deveres e conseqüências. Jamais justificar todas as dificuldades da criança baseando-se no TDAH.
. A escola precisa ser parceira e professores devem ser treinados e capacitados para auxiliarem a criança no seu desenvolvimento. Existe uma legislação especial, que asseguram os direitos da criança TDAH na escola. O TDAH é considerado uma inclusão na escola.
Cuidar de uma criança TDAH é um privilégio. A doçura e a espontaneidade delas tornam as pessoas ao seu redor, muitos especiais.
Reflita isso!
Nota: A criança acima não é TDAH. As fotos são meramente ilustrativas, devidamente autorizada pelos pais.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
POR QUE MEU FILHO NÃO APRENDE?
Está chegando o final de mais um ano letivo e muitos pais deparam-se com a angústia de não vislumbrarem a aprovação do seu filho para a série seguinte.
Investiram junto com as crianças durante o ano inteiro, na jornada chamada aprendizagem e o resultado frustrante surge: REPROVAÇÃO.
Em muitos casos, a criança não é retida na mesma série porque não se empenhou o suficiente. Reprovação é o resultado de vários sintomas que essa criança está demonstrando e que precisam de uma investigação séria por parte da família e da escola.
Por que meu filho não aprende? É a indagação de muitos pais, arrasados por não encontrarem respostas.
Muitas vezes algumas interpretações surgem no meio do caminho, mas por anos a fio, mascaram a dificuldade real da criança. Os pais muitas vezes ouvem as seguintes frases em “determinadas reuniões de escola”:
- Seu filho não aprende porque é imaturo.
- Seu filho não aprende porque não tem limites.
- Seu filho não aprende porque é preguiçoso.
- Seu filho não aprende porque é distraído e bagunceiro.
- Seu filho... Seu filho...
E o pai muitas vezes aceita, e vai criando dentro de si mesmo uma sensação de fracasso intensa e se questiona: Onde falhei. Por desconhecimento aceita as afirmações acima e por falta de orientação e esclarecimento não investiga estes sintomas que a criança apresenta.
Para trilharmos o caminho para uma verdadeira compreensão deste tema, é necessário entender o que de fato é aprendizagem, que definimos em 3 tipos básicos.
• Subaprendizagem – Entrou em contato com assunto e não assimilou....
• Aprendizagem Simples – Entrou em contato com o assunto, prestou atenção, mas não memorizou.
• Superaprendizagem ou aprendizagem ideal – Entrou em contato com o assunto , prestou atenção, assimilou e memorizou.
Se a criança encontra-se nos 2 primeiros tipos:É necessário realizar um diagnóstico criterioso que investigue a causa que está provocando seus limites.
Todo sintoma que a criança apresenta, nos dá uma idéia de um problema que ela enfrenta e sinaliza a hora de buscar ajuda.
Os transtornos de aprendizagem podem ser explicados a partir de diversas etiologias:
•Falta de oportunidades e estimulo para aprendizagem dentro de casa
•Ensino deficiente: A escola não possui um sistema de ensino adequado e professores mal preparados e despreparados.
•Fatores culturais: Se o presidente da república não estudou, porque eu devo estudar?
•Comprometimento visual: Baixa acuidade visual, miopias e astigmatismo
•Comprometimento auditivo: Doenças que não foram adequadamente tratadas no inicio da infância e que deixaram seqüelas que não foram investigadas.
. Processamento auditivo central: Geram dificuldades de atenção (que são confundidas com ritmo lento e desmotivação da criança)Ela ouve mas não processa a informação corretamente
•Retardo mental: Diversas origens: Dificuldades na gestação ou no nascimento da criança: Anóxia de parto, infecções, doenças na gravidez e fatores genéticos.
•Transtorno global do desenvolvimento: Dificuldades motoras, comprometimentos neurológicos, entre outros.
•Transtorno da comunicação: gagueira, dificuldade na fala.
. Doenças, Transtornos e Síndromes que merecem um diagnóstico mais especifico por parte de equipe multiprofissional: Dislexia, Hiperatividade, Epilepsia, Discalculia, Autismo, Psicoses e Transtornos de personalidade e comportamento.
. Psicológicas: Traumas, problemas familiares e emocionais.
. Orgânicas: Desnutrição, doenças e sono.
Busque sempre uma resposta!
E aqui um recado especial para o pai que é cristão: Não desmereça o papel importante de profissionais. Deus permitiu a existência da Ciência e da Tecnologia para serem instrumentos Dele. Consulte profissionais sérios para avaliarem seu filho: Neuropediatra, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Terapeuta Ocupacional, enfim, geralmente durante o diagnóstico você vai ser convidado a conhecer algum deles.
Reflita isso!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Show de Professor!!!!
Um estudo realizado na Universidade da Califórnia em Los Angeles mostra que o impacto de uma aula é feito de: 55% estímulos visuais (como você se parece, anda e gesticula); 39% estímulos vocais (como você fala, sua entonação e timbre) e 7% apenas de conteúdo verbal (tema sobre o qual você fala).
O aprimoramento das aulas, apesar de vantajoso, não é fácil para o professor. Muitas vezes, os obstáculos vem dos próprios colegas.
Não sugerimos que você se torne um apresentador de televisão do dia para noite, que dê um show pelo show, que conte piadas sem parar. Acima de tudo, deve estar a sua disciplina.
Essa maneira diferente de lecionar deve ser encarada como mais uma ferramenta a sua disposição, mais uma maneira de atrair a atenção dos seus alunos. E, principalmente, de abrir horizontes profissionais.
Assassinos: Precisamos espantar os assassinos da criatividade,como por exemplo: a autocensura, fixidez ou rigidez funcional ou até mesmo a frustração, que nos tiram do bom caminho da criação.
O que é criatividade afinal?
• O professor pode fazer micagens e, no entanto, não desenvolver a criatividade. Não é porque a aula é alegre que a criatividade está promovendo-se..
• Aula show?
• As escolas também estão aprendendo a diferenciar o professor que consegue realmente fazer algo diferente daqueles que apenas empetecam as aulas.
• Criar e vivenciar e tirar da sua experiência novas respostas, outros caminhos para a ação a seguir. Então, quanto mais velho, mais criativo eu serei? Talvez, pois o ato de criar depende das vivencias. No entanto, apenas a passagem do tempo nem sempre fornece o feedback criativo em nossas ações, sendo também importante o modo como as vivenciamos.
• Criatividade passa necessariamente por experimentar coisas novas, por não se acomodar em um só caminho, por se desenvolver e aprender coisas novas sempre Portanto, quando desenvolvemos a criatividade, melhoramos consideravelmente a nossa auto-imagem e a nossa auto-estima. Podendo discernir melhor as coisas que são importantes para nós, conseguimos gerar idéias novas e únicas a todo o momento, o que é fundamental para o nosso desenvolvimento,
• Não é o cabelo verde, subir em cima da mesa, dançar com os alunos. E fazer o que for preciso para despertar o interesse e garantir a atenção da turma. Muitas vezes, isso e conseguido com um novo tipo de exercício, lápis e papel. Por que não?
Algumas Dicas:
• Leia muito, de grandes livros de Filosofia a bula de remédio. De vez em quando, compre uma revista de um assunto que não tenha nada a ver com você: skate, pescaria, tricô.
• Faca caminhos diferentes para ir à escola, e preste atenção no que passa por você.
• Nunca pare de se desenvolver. Mesmo que esteja satisfeito com sua forma de dar aula, desafie-se a sempre melhorar
• Converse com vizinhos e com pessoas de outros ramos de atividade, aprenda com elas
• Procure olhar tudo com os olhos de um alienígena. Por que as coisas ocorrem de determinada maneira? Por que determinado material didático esta naquela posição? Será que não há uma maneira mais pratica, fácil ou inteligente de organizar e usar aquilo?
• Invista em um livro engraçado? De piadas, de charges ou cartuns e similares. Antes de um encontro ou aula potencialmente estressante, leia algumas paginas. Assim você relaxara seus nervos e isso pode ajudá-lo a criar uma frase engraçada que cortara a tens?o do encontro, ajudando todos a encontrar a melhor solução.
• Lembre-se sempre dos motivos pelos quais você quis ser professor. O que o motiva, a sua alegria de lecionar.
• Jornais é outra grande fonte de informação sobre seus alunos, sempre estão publicando pesquisas sobre o comportamento e a cabeça dos mais jovens. Acompanhe esses estudos de perto.
• Procure conhecer pessoas que trabalham em creches, hotéis infantis ou colônias de ferias. Peça dicas sobre o que incomoda o pessoal mais jovem.
• Ensine-os a pensar. Assim, você não apenas da um tesouro que será usado a vida inteira, mas facilita também o aprendizado
• Use experiências e qualidades dos próprios alunos em suas aulas.
• Um show de Professor na sala de aula!
• Convém nunca esquecer que a expressão é a diferença vital entre o homem e a máquina, o que iguala-o à natureza e aproxima de Deus .
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
DISLEXIA
A dislexia é um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente diagnosticado no período de alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos. Seu problema torna-se bastante visível quando tenta soletrar letras com bastante dificuldade e sem sucesso.
A palavra dislexia encontra seu significado do grego: Dis-dificuldade e Lexia-Linguagem, o que resulta em: Dificuldade de aquisição da linguagem.
Dislexia não é uma doença, mas uma dificuldade que ocorre no processo de leitura, produção da escrita, soletração e ortografia.
São alterações resultantes de limitações sensoriais discretas ou de anomalias que prejudicam a coordenação viso-audio-motora.
Características principais: Dificuldade na compreensão da leitura e produção de textos. Apresenta baixa-auto-estima, dificuldade em resumir idéias, dificuldade no ditado e troca sons/letras.
Sua origem é neurológica, hereditária e congênita, ou seja, o individuo nasce disléxico.
A maior incidência de casos diagnosticados prevalece entre o sexo masculino.
Contudo, são fatores altos do disléxico: ótimo nível intelectual, criatividade acima da média, bom humor, facilidade na socialização, aptidões artísticas e intuitivas e possuem habilidade em lidar com várias situações ao mesmo tempo.
A dislexia não limita a atividade intelectual e profissional do individuo e podemos encontrar ao longo da história, grandes personalidades portadoras de dislexia: Einstein, Leonardo da Vinci, Thomas Edison, Tom Cruise e até George W. Bush.
O papel dos pais e da escola é encaminhar a criança que apresenta estas características para um diagnóstico adequado junto à uma equipe multiprofissional, à saber: Neuropediatra, psicopedagogo, fonoaudiólogo e psicólogo e prestar todo o apoio emocional e afetivo à criança, pois a dificuldade de aprendizagem afeta a auto-estima da criança e gera muita ansiedade na família que não encontra razões especificas que justifiquem o fracasso da criança na escola ou quando adulto, em sua vida acadêmica.
A ABD – Associação Brasileira de Dislexia presta a sociedade um excelente serviço de diagnóstico e apoio às famílias, professores e profissionais que lidam com o disléxico. Maiores informações você pode encontrar no site da instituição: www.dislexia.org.br
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