A Disgrafia é uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo-motores.
É isso mesmo...A popular “letra feia”.
Suas manifestações:
. Traços pouco precisos e incontrolados;
. Traços demasiado fortes que marcam profundamente o papel; (Meu pai colocava um papelão, para eu não rasgar a folha do caderno...Rssss)
. Grafismos não diferenciados nem na forma nem no tamanho; (Lembrar hieróglifos egípcios)
. Escrita desorganizada e irregular;
. Escrita muito rápida ou muito lenta;
. Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial
Existem vários tipos de disgráficos:
Rígidos - Escrita muito inclinada e crispada.
Relaxados - Letras mal formadas, linhas e margens mal organizadas.
Impulsivos - com o traçado sem controle, apressado e confuso, escrita muito irregular e instável. (Muda o tempo todo)
Os lentos – a página é organizada e a escrita é regular, porémo ritmo da escrita é lenta.
A Disgrafia não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
Para ajudar os alunos com Disgrafia não adianta os famosos recadinhos no caderno :"Deve melhorar a letra!”
E os papais com as famosas censuras: “Menino, que garrancho!!!!!”
Como ajudar?
Evitar repreensões. Afinal de contas, quem gosta de ter letra feia?
Reforçar a criança de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Os professores nas avaliações escritas, podem dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Os pais devem evitar o máximo possível, obrigar seus filhos a refazerem as atividades, ou realizar cópias, que pedagogicamente, não produzem resultados eficazes.
Conscientizar a criança do seu problema e ajudá-lo de forma positiva.
Como a criança pode melhorar?
Realizar exercícios de destreza manual
Fazer traçados
Utilizar recursos artísticos e estimular a criatividade para melhoria da coordenação motora
